FORMAÇÃO E TERRITORIALIZAÇÃO QUILOMBOLA NO ESTADO DO PARÁ

  • Maria Albenize Farias Malcher

Resumo

Este artigo tem como objetivo compreender a formação e territorialização das comunidades quilombolas do Pará, as relações sociais, políticas e culturais de grupos negros rurais autodeclarados “remanescente de quilombo”. Meu propósito é saber como esses sujeitos sociais elaboram suas práticas cotidianas e desenvolvem sua produção agrícola e extrativa. Busco, também, entender os arranjos associativos enquanto um processo, que como tal, sugere um movimento com atualizações e permanências. Ao examinar o protagonismo das comunidades quilombolas, evidencio alguns aspectos dos quilombolas de São Miguel do Guamá, por estas apresentarem uma diversidade de questões referentes à territorialidade quilombola na Amazônia paraense, essenciais para discussão do processo de regularização fundiária no estado do Pará.

Publicado
Nov 3, 2017
Como Citar
MALCHER, Maria Albenize Farias. FORMAÇÃO E TERRITORIALIZAÇÃO QUILOMBOLA NO ESTADO DO PARÁ. Revista da Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN), [S.l.], v. 9, n. 23, p. 57-81, nov. 2017. ISSN 2177-2770. Disponível em: <http://www.abpnrevista.org.br/revista/index.php/revistaabpn1/article/view/507>. Acesso em: 13 dez. 2017.